Minha querida Pandora

Oi, pessoal!

Hoje eu vou escrever sobre uma coisa que muito me encanta: a Pandora.

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Pandora é uma pulseira bem simples de prata. Mas, como dizem por aí:

“No caráter, na conduta, no estilo, em todas as coisas, a simplicidade é a suprema virtude.” (Henry Wadsworth Longfellow)

Por tamanha simplicidade, ela aceita muitos outros acessórios pra se fazer ainda mais notável.

É por meio deles que, em minha opinião, cada pessoa que a possui, constrói sua personalidade por meio desses berloques.

A marca da pulseira também produz VÁRIOS (vários mesmo) badulaques pra serem anexados a ela. (Já vi de tudo: balão, drinks, máquinas fotográficas, bolsas, frutas, santos…)

A ideia é a seguinte: você inicia apenas com a pulseira e com o tempo a constrói de acordo com a sua identidade, com o que você acha mais importante, que chama mais atenção, que te reflete propriamente dizendo.

Eu ganhei a minha de aniversário da minha mãe, e ela também escolheu quatro pingentes pra mim: um murano, uma chave, uma lua e um barquinho. Logo depois, fui à relojoaria e comprei uma torre Eiffel (meu sonho desde que vi a pulseira). A partir de então, meus alunos já me deram de presente um soldadinho britânico, outro murano e também uma coroinha! Legal, né?

A minha Pandora:

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Um presente muito especial, não só por ser uma jóia, mas também por representar tudo isso que já citei: identidade, personalidade, carinho e prioridades.

É com esse post que me despeço de vocês, e espero que assim como eu, vocês se encantem com essa peça tão linda e cuidadosa que particulariza cada um na sua exata singularidade!

Obrigada por mais uma visita!

Com carinho,

Laurinha.

P.s: até onde eu sei, a pulseira (somente) custa em torno de 80 reais.Os berloques variam de R$30,00 a R$200,00.

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Carteirinha casual but fashion

Oooolá!

Já faz um tempo que não atualizo meu blog, maaaas prometo lá vem essa história de novo que agora vou levar o meu querido diário a sério! Hahaha.

O post de hoje vai ser pra falar de uma carteira de dinheiro SUPERFOFA que eu fiz pra uma amiga minha (beijo, Deni!)

Antes de ir direto ao assunto hehehe, quero contar um pouquinho de como surgiu a ideia de criá-la!

Já fazia um tempo que eu estava com a ideia de fazer uma carteira pra mim, até achar um tecido navy super legal em uma loja de aviamentos… Aí, revirei umas fotos na internet, usei um pouco de criatividade e tchanan!  Presenteei-me com uma novinha.

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Mas como TUDO que é feito na vida, a primeira não saiu perfeita. Mas isso não é motivo pra desanimar, não é mesmo?

Saí por aí me exibindo, e minha amiga Denize viu e se encantou pela carteirinha – o resultado? Uma encomenda super especial!

Me baseando nos mais sábios e observando meus erros, refiz todos os passos, aperfeiçoei o que faltava, e agora sim, temos uma artigo liiindo e com acabamentos MUITO bem feitos (modesta).

Sendo assim, seguem as fotos de uma construção bem resumida da costurinha de hoje.

Primeira etapa: Compartimentos para identidade, moedas e cartões. A parte em que as notas são colocadas ainda vai ser anexada.

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Detalhes que seriam posteriormente inseridos (a Deni optou pelo lacinho).

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E portanto(!!!!!!!!!!!!):

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Ah! Quem quiser pode entrar em contato pra encomendar também!

Obrigada pela visita!

Com carinho,

Laurinha! 🙂

“Não existem grandes talentos sem grande vontade.” – Honoré de Balzac. 

Um investimento que vale a pena

Olá, pessoal!
Já tem um tempo que não escrevi mais aqui no blog… Mas, diante da produtividade do Carnaval, resolvi fazer um post mostrando a criação de uma das últimas blusas que fiz.

Então, já fazia um tempo que eu tinha comprado uma gola ~LINDA~ em uma casa de linhas aqui da minha cidade (SMI – PR), mas não tinha o tecido pra fazer a blusinha…

Aí, fui um dia numa loja de tecidos e acabei comprando uma viscose branca que não combinou, já que a gola era de outra cor. Resolvi deixar quieto, fiz a blusinha de viscose sem o detalhe mesmo, e aí, mais uma vez, guardei o aviamento pra usar em outra roupinha.

Então, tchananan, minha mãe foi novamente a OUTRA loja de tecidos, e eu pedi pra ela trazer, desta vez, um tecido na cor CREME. Ela trouxe, e FINALMENTE deu certo!!! Combinou lindamente com a gola perolada.

Não sei dizer o nome do tecido, mas ele é bem firme.

Eu tinha em casa a revista Burda (edição de fevereiro), e resolvi conferir os moldes (são TODOS lindos!!!), e gamei numa blusa de malha com pregas. No entanto, era malha – bem diferente do paninho que eu tinha em casa. De qualquer forma, resolvi testar.

Primeiramente, tirei o molde (utilizei um lápis, 3 folhas de papel carbono e vários jornais antigos que emendei com fita, pra poder copiar toda a peça).

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Depois, cortei as peças no tecido (coloquei o jornal em cima do paninho, e fui tesourando, hehehe):

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No molde original, a peça tinha mangas, mas como ainda está ~muito~ calor aonde eu moro, decidi usar sem pra aproveitar a roupinha desde já 🙂

Logo que vi as imagens da revista, fiquei me perguntando COMO faria as pregas da cintura, já que tava tudo recortado… Aí fui tentando com os alfinetes, de lá pra cá, olhei muitas vezes na imagem, e voilà! Consegui preguear todos aqueles recortes! Hahahah.

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Como o paninho era mais grosso, consegui trabalhar tranquilamente.

Aí costurei tudo: ombros, cintura, pregas, laterais, passei a overlock (pra quem não sabe, são os acabamentos – costuras que permitem que o tecido não desfie), fiz a barra, e FINALMENTE!!!! Coloquei a tãaaaaaaao esperada golinha!!!

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E cá está, a blusinha prontinha… Me tomou, mais ou menos, 2h30min…

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Conversando com a minha mãe, acreditamos que uma dessas, na loja, sai em torno de 150 reais. Aqui, gastei 10 reais com a golinha, 20 com o paninho, e alguma coisinha com a luz e linha. Dá pra ver que vale a pena, né? Costurando, consigo fazer 5, sendo que com o mesmo investimento só poderia comprar uma. E o melhor de tudo: do jeitinho que eu queria! Compridinha, pouco mas não tanto acinturada, e da minha marca: Grife Laura! J

Agora só falta a etiqueta, né?

Esperam que tenham gostado da trajetória desse simplório paninho que virou uma jóia só!

Beijos, e até a próxima! 😉

Costurinhas

A arte de costurar: uma construção. Começa pelo sonho de ter. Parte para o molde, corte, costura e…

A alegria de ser capaz de após muitos ajustes vestir e saber que algo feito por você ficou como você sonhou!

A peça é o cropped rosa… #GrifeLaura #ContarArt

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A gente se vê.

Encontrei esse texto passeando por um blog que gosto muito!
Já que palavras bonitas e reflexões nunca são demais, fica aqui um pensamento sobre a tão dolorosa despedida – que todos em algum momento de nossas vidas temos de enfrentar e superar!

Boa noite, e espero que gostem! 😉

Tchau, adeus, até logo, a gente se fala, foi bom conhecer você, não vamos perder contato, me passa seu número, qualquer coisa me liga, me adiciona no Facebook, passa lá em casa pra tomar um café qualquer dia, tá tudo bem, melhor assim, vai passar, minha consciência está tranquila, vou te levar comigo, vou esquecer tudo, vou virar a página, vou demorar pra superar. Se precisar de alguma coisa me manda um e-mail, você também pode me ligar se eu puder ajudar em algo. Aprendi muito, não valeu de nada, faria tudo de novo, ficou um arrependimento. Foi bom, foi, não é mais, não sei se um dia foi, foi sim, obrigada por tudo, obrigada por nada, desculpa alguma coisa. Fica com essa pasta pra você, me devolve aquele livro, não comenta com ninguém não, avisa todo mundo. Vou sair sem falar nada, não vem atrás, vou dar tchau pro pessoal, não estou triste, estou bem, estou arrasada, é mais um alívio, mas é preocupação. É confuso, tão confuso quanto uma despedida pode ser. A gente se vê.

Eu.

Faz tempo que venho pensando em fazer um blog. Afinal vivo de imagens na minha cabeça. Sou do tipo que sonho e vou à luta.
Aprendo e tento colocar em prática o máximo possível do que aprendi.
Lembro que desde pequena, queria que minha mãe comprasse as coisas combinando e do meu jeito.
Uma vez, quando tinha uns sete anos, perguntei pra minha mãe onde ela tinha comprado uma blusa que eu tinha visto umas pessoas com outras iguais e pedi pra ela não “comprar mais lá que não gostei de ver gente com coisas iguais as minhas”.
E por isso, quando pude pedir pra alguma coisa pra minha mãe que eu poderia fazer, pedi pra fazer um curso de corte e costura.
Difícil pra achar gente que ensinasse. Difícil gente com paciência. E quando a professora foi embora, me deixou com metade do curso. Fui praticar com uma costureira mais um ano. Mas aí notei que eu só seria costureira quando eu mesma fosse costurar sozinha. Medir, cortar, costurar, apertar e por aí vai.
Tudo isso porque queria ter coisas exclusivas e feitas por mim. Adoro roupas. Adoro bolsas. Adoro exclusividades. Embora isso não me impeça de estar ligada na moda e nas coisas lindas que existem por aí.
Aqui terei oportunidade em postar coisas e ideias que curto.
Sejam bem-vindos!