A gente se vê.

Encontrei esse texto passeando por um blog que gosto muito!
Já que palavras bonitas e reflexões nunca são demais, fica aqui um pensamento sobre a tão dolorosa despedida – que todos em algum momento de nossas vidas temos de enfrentar e superar!

Boa noite, e espero que gostem! 😉

Tchau, adeus, até logo, a gente se fala, foi bom conhecer você, não vamos perder contato, me passa seu número, qualquer coisa me liga, me adiciona no Facebook, passa lá em casa pra tomar um café qualquer dia, tá tudo bem, melhor assim, vai passar, minha consciência está tranquila, vou te levar comigo, vou esquecer tudo, vou virar a página, vou demorar pra superar. Se precisar de alguma coisa me manda um e-mail, você também pode me ligar se eu puder ajudar em algo. Aprendi muito, não valeu de nada, faria tudo de novo, ficou um arrependimento. Foi bom, foi, não é mais, não sei se um dia foi, foi sim, obrigada por tudo, obrigada por nada, desculpa alguma coisa. Fica com essa pasta pra você, me devolve aquele livro, não comenta com ninguém não, avisa todo mundo. Vou sair sem falar nada, não vem atrás, vou dar tchau pro pessoal, não estou triste, estou bem, estou arrasada, é mais um alívio, mas é preocupação. É confuso, tão confuso quanto uma despedida pode ser. A gente se vê.

Anúncios

Eu.

Faz tempo que venho pensando em fazer um blog. Afinal vivo de imagens na minha cabeça. Sou do tipo que sonho e vou à luta.
Aprendo e tento colocar em prática o máximo possível do que aprendi.
Lembro que desde pequena, queria que minha mãe comprasse as coisas combinando e do meu jeito.
Uma vez, quando tinha uns sete anos, perguntei pra minha mãe onde ela tinha comprado uma blusa que eu tinha visto umas pessoas com outras iguais e pedi pra ela não “comprar mais lá que não gostei de ver gente com coisas iguais as minhas”.
E por isso, quando pude pedir pra alguma coisa pra minha mãe que eu poderia fazer, pedi pra fazer um curso de corte e costura.
Difícil pra achar gente que ensinasse. Difícil gente com paciência. E quando a professora foi embora, me deixou com metade do curso. Fui praticar com uma costureira mais um ano. Mas aí notei que eu só seria costureira quando eu mesma fosse costurar sozinha. Medir, cortar, costurar, apertar e por aí vai.
Tudo isso porque queria ter coisas exclusivas e feitas por mim. Adoro roupas. Adoro bolsas. Adoro exclusividades. Embora isso não me impeça de estar ligada na moda e nas coisas lindas que existem por aí.
Aqui terei oportunidade em postar coisas e ideias que curto.
Sejam bem-vindos!